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11.Out - Dom Murilo: o verdadeiro milagre de Irmã Dulce são suas obras sociais
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Dom Murilo: o verdadeiro milagre de Irmã Dulce são suas obras sociais

Neste domingo, 13, acontecerá no Vaticano, a cerimônia de canonização de Irmã Dulce. Dona de um olhar marcante e de um sorriso que encantava a todos, o Anjo Bom do Brasil, como era conhecida, se tornou de professora, a médica da alma.


 


Suas obras estão em funcionamento ainda hoje e são referência na área da saúde do Nordeste.


 


As Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) nasceram no dia 26 de maio de 1959. A instituição foi fruto da trajetória de amor e serviço e da persistência da religiosa que peregrinou durante mais de uma década em busca de um local para abrigar pobres e doentes recolhidos das ruas de Salvador. As raízes da OSID datam de 1949, quando a Irmã, sem ter para onde ir com 70 doentes, pediu autorização a sua superiora para abrigar os enfermos em um galinheiro situado ao lado do Convento Santo Antônio. O episódio fez surgir a tradição de que ‘o maior hospital da Bahia nasceu a partir de um simples galinheiro’.


 


A coordenadora multiprofissional do Centro de Acolhimento à Pessoa com Deficiência (CAPD) da OSID, Marta Fragoso, afirma sobre a religiosa:


 


“Irmã Dulce sempre abriu os braços para todas aquelas pessoas que eram excluídos da sociedade, por ter uma deficiência, por um problema financeiro ou social. Há muitos anos atrás, essas crianças começaram a chegar para ela. E ela pegou todos esses meninos e meninas, acolheu, colocou aqui dentro da Instituição.”


 


O jovem Raimundo José Araújo foi uma das crianças assistidas por Irmã Dulce, e atualmente coordena o RH da OSID. Ele afirma que Irmã Dulce era 3 em 1. “Era mãe, religiosa e gestora. Como mãe ela nos acolhia, nos afagava, nos cobrava a disciplina. Como religiosa se preocupava se nós já havíamos feito a primeira comunhão, se éramos batizados, se estávamos rezando o terço, frequentando a Missa, isso todas as vezes. E como gestora, ela fazia o papel da cobrança aos funcionários, querendo saber por que fulano estava daquele jeito, por que a porta estava quebrada… Ela conseguia cumprir bem os três papéis.”, lembra com carinho.




Fonte: Canção Nova


 
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